Daquele jeito, sabe?


Em respeito aos meus amigos de sexo duvidoso, não tocarei neste assunto durante toda semana.
Próximo capítulo na semana que vem.

e quando precisava ir, bom, sabe... eu ia.

Forrest Gump. Outra compania neste final de semana.

Muito será dito aqui, tanto pelas Bicicletas de Belleville, pelo Forrest, pelo Johnny, pelo Rei da Escócia, pelos Simpsons e por mais algum que dê na telha (até pelo Seya, se bobear).


O lance é que nunca havia percebido a lição que está com o Forrest.

Compania.


Neste final de semana, será essa.


Minha laranjeira verde.



"Já tentei muitas coisas, de heroína a Jesus"


Era uma daquelas noites mágicas, onde o vento uivava como um lobo faminto, as árvores balancavam e a lua iluminava tudo o que estivesse sobre a Terra. Ele calçou seus velhos sapatos e foi para a floresta. Naquele dia, havia trabalhado tranquilamente, sentindo uma calma ímpar no trabalho. Gostava de cavalos e por diversas vezes olhava-os passarem correndo pelo caminho de terra que estava á frente de seus olhos. Leu livros importantes, escreveu para o infinito e marcou mais uma vez um passo na areia da vida. Ao chegar da noite, se preparou para reencontrar os velhos magos de sempre. Dia de ritual, dia de reencontros, dia de reafrontas. Dia de verdades.
Chegando lá, deu de cara com o velho Porteiro, sempre com seu sorriso cativante e sua amizade ímpar. Passara momentos com aquele Porteiro que jamais serão esquecidos; dividiu com ele momentos naquele espaço que poucos pdoem imaginar.. momentos de riso, gargalhadas... só não momentos mágicos, pois o Porteiro se mantinha fiel ás suas convicções de "ser apenas um porteiro".
Ao passar pelo portal, identificou novas árvores, novos adornos, mas a energia sempre essencial daquele lugar. Chegando no centro do ritual, os caldeirões estavam lá, prontos para sua finalidade e esperando os magos que estavam em seu momento de canalização em outro local, perto dali. Ouvia-se as vozes, os chamados pela Deusa e o toque do velho tambor, tão conhecido por ele.Chegando perto da gruta onde estavam, avistou os magos tão presentes em sua memória. O Mestre com o dedo em riste clamando à Deusa o amor compartilhado, os coveners cantando e dançando...foram saindo da gruta, e ele se colocou mais á frente, fora do círculo, para que a energia adentrasse de forma natural.

O mestre foi o primeiro a sair, tocando seu tambor e cantando para a Deusa. ao o vê-lo, parou de tocar, olhou em seus olhos e disse "por você, merece parar" e lhe deu um abraço como nunca havia lhe dado.


Naquele momento, a lua aparece e sorriu.


Todos os outros sacerdotes saíram e, em uma espécie de fila, cumprimentaram o velho Mago que voltara depois de quase quatro estações. Os sorrisos ,abraços, beijos.. tudo isso fez o coração do mago crescer, ser feliz, agradecer.Após algum tempo houve uma pausa natural para que os coveners presentes pudessem se preparar para a queima de pedidos e a energização da noite. Nesse intervalo, o mago pôde, gentilmente, dar ao mestre dois presentes: uma lembrança simples, porém de coração, que o mestre se lembrará do mago sempre que olhar para ela; a segunda, suas mãos. Sim, o Mago concentrava seus dons nas mãos.

O mestre então se lembrou de diversas ocasiões onde as mãos deles tocaram as peles dos animais consagrados a se transformarem em instrumentos e geraram mutações onde quaisquer ser vivo estivesse seria tocado. As salamandras, duendes, fadas, anjos... tudo ali se mutava ao toque dos tambores.

Ao lembrar disso, o Mago lhe prometeu: em nosso ano-novo, estarei aqui.


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Fez-se o ritual, a queima dos desejos, a energização... Eis que o mestre chama o Mago, para sorriso geral de todos que ali o conheciam. O Mago recebeu o tambor de um dos coveners (já iniciado na arte do tambor), pediu licença ao mesmo e sentou sobre ele. Inicou um toque tímido, para reconhecer as energias, pedir licença aos guardiões e sentir a vibração aos poucos, suave, brisa leve, aumentando, girando, cantando, suando.

Acompanhou os cânticos daqueles magos como sempre o fizera. Em certo momento, percebeu que em sua linha reta estava uma pessoa de extremo apreço. Eles haviam passado por momentos mágicos, únicos, simples... porém a vida sempre ensina, sempre tenta derrubar, sempre mostra caminhos tortos, trilhas difíceis e estes caminhos separaram a vida dos dois. As inconsequências do Mago também cotnribuiram para a distância impregnada, a vontade de mudança e a sensação de falta de ar causada nos dois também.Mas ali, no centro, na magia, dentro da energia que ligou a vida dos dois para sempre, tudo isso fica para trás. O Mago percebeu que dois elementos o separavam dessa pessoa : água e terra. Ele em frente á Água, ela, em frente á Terra.




Água: pureza, fluidez, sentimento
Terra: firmeza, segurança, fertilidade.




O ritual chegou a seu fim com as energias plenas e os sentimentos nos olhares. O Mago saiu daquele lugar e voltou á sua floresta. Lembrou-se de que havia um encontro de pessoas para comemorar um dia especial de uma covener muito estimada por ele, e foi até o local olhando a Lua e agradecendo as sensações e os possíveis estigmas derrubados ali dentro.
Andou pela floresta, encontrou sua velha amiga, falaram sobre flores, criancinhas, cachorros e então ele pôde retornar ao seu velho casebre. Ao adentrar em seu humilde domicílio, percebeu em seu olhar duas laranejeiras prateadas, brilhando mais que a Lua que o encantara pela noite toda. Percebeu que o Sol brilhava dentro dele e viu a Lua lá fora, raiando, cantando, encantando...


Foi para fora e acendeu seu cigarro da saudade, olhou sua laranjeira verde, prateada pela Lua dessa noite e pelo sereno da madrugada.


E estampou em sua face um sorriso bobo, parecido com soluço, mesmo com todo o caos seguindo em frente, com toda calma do mundo.







"tudo o que já fiz foi por vaidade"

Raio, relâmpago e trovão.

Não sou escravo de ninguém
Ninguém Senhor do meu domínio.
Sei o que devo defender:
e por valor, eu tenho e temo o que agora se desfaz.

Viajamos 7 léguas, por entre abismos e florestas.
Por Deus, nunca me vi tão só.
É a própria fé o que destrói:
Este são dias desleais.

Sou Metal: Raio, relâmpago e trovão.
Sou Metal: eu sou o ouro em seu brasão.
Sou Metal: me sabe o sopro do dragão

Reconheço o meu pesar...
Quando tudo é traição
o que venho encontrar é a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha, e sempre será.
Minha terra tem a Lua, tem Estrelas
E sempre terá.


Quase acreditei na sua promessa,
e o que vi foi febre e destruição.
Perdi a minha cela e minha espada,
perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei.
E por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão.
E há que se alimente do que é roubo,
mas vou guardar o meu tesouro caso você esteja mentindo.

Olha o Sopro do Dragão.


É a verdade o que assombra,
o descaso o que condena,
a estupidez o que destrói:
eu vejo tudo o que se foi e o que não existe mais.
Tenho os sentidos já dormentes,
o corpo quer, a alma entende.
Está é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir: eu quer oa espada em minhas mãos.


Sou Metal: Raio, relâmpago e trovão.
Sou Metal: eu sou o ouro em seu brasão.
Sou Metal: me sabe o sopro do dragão


Não me entrego sem lutar:
Tenho ainda coração.
Não aprendi a me render, que caia o inimigo então.


Tudo passa, tudo passará...



E nossa estória não estará
pelo avesso assim, final feliz.
Teremos coisas bonitas pra cpntar.
E até lá, vamos viver.
Temos muito ainda por fazer, e não olhe pra trás: apenas começamos.
O mundo começa agora,
apenas começamos.




Só pra animar o dia :)

...do sereno da madrugada...

Próximo tema.
Aguardem.

Ato Institucional nº 5













O Ato Institucional Número Cinco foi o quinto de uma série de decretos emitidos pelo regime militar brasileironos anos seguintes ao Golpe militar de 1964 no Brasil.


Redigido pelo ministro da justiça Luís Antônio da Gama e Silva em 13 de dezembro de 1968, o ato veio em represália à decisão da Câmara dos Deputados que se negara a conceder licença para que o deputado Márcio Moreira Alves fosse processado por um discurso pedindo ao povo brasileiro que boicotasse as festividades do dia 7 de setembro.

Mas o decreto também vinha no correr de um rio de ambições, ações e declarações pelas quais a classe política fortaleceu a chamada linha dura do regime instituído pelo Golpe Militar. O Ato Institucional Número Cinco, ou AI-5, foi um instrumento de poder que deu ao regime poderes absolutos e cuja primeira conseqüência foi o fechamento do Congresso Nacional por quase um ano.


As ordens mandadas cumprir pelo AI-5



- fechou o Congresso Nacional e as camaras do Brasil inteiro por prazo indeterminado, com resalva para a Camara da Cidade de São Paulo;
- decretou o recesso dos mandatos de senadores, deputados e vereadores. Estes ainda continuaram a receber parte fixa de seus subsídios;
- autorizou, a critério do interesse nacional, a intervenção nos estados e municípios;
- tornou legal legislar por decreto-lei;
- autorizou, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis;
- O Presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo;
- suspendeu a possibilidade de qualquer reunião de cunho político;
- recrudesceu a censura, determinando a censura prévia, que se estendia à música, ao teatro e ao cinema de assuntos de caráter político e de valores imorais;
- suspendeu o habeas corpus para os chamados crimes políticos;


As proibições de reunião e manifestações públicas de caráter político:


Art 5º - A suspensão dos direitos políticos, com base neste Ato, importa, simultaneamente, em:
I - cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;
II - suspensão do direito de votar e de ser votado nas eleições sindicais;
III - proibição de atividades ou manifestação sobre assunto de natureza política;
IV - aplicação, quando necessária, das seguintes medidas de segurança:
a) liberdade vigiada;
b) proibição de freqüentar determinados lugares;
c) domicílio determinado;


Fonte: Wikipédia



Mas porque raios isso agora?




Está decretada, em estância máxima do Filial Do Mude, a moderação de comentários neste blog.
Quer comentar? cite seu nome.



Anonimato é coisa de gente medrosa.

Choveu.

E não fez sol.

Amanhã (hoje, por sinal) é terça, neh?

Mesmo com tempestades, moinhos de vento voando, maremotos e o cacete a quatro, amanhã faz sol.

Com convicção!

Cinza.

O dia foi assim hoje.

Espero que, á noite, tenha SOL.

Vou lembrar de você assim:

"E quando morre ,a gente fica chorando.
E quando nasce a gente ri.
Mas quem nasce, chora
E quem morre sorri"


:-)

Quem morre, sorri.

Não sou daqueles que fica mal por pessoas que morreram. Fico pensando na morte dos meus pais, de entes queridos, e me imagino...
Na real, não me imagino no velório, enterro ,etc. Acho realmente que "quem morre sorri" e isso deve ser verdade.


Mariane


A conheci em 1997 na sala de bate-papo Esoterismo do UOL. Ela com o nick "Estrela 17" e eu com o nick Anjo Manfred.

Ficamos amigos internéticos por muito tempo... ao nos conhecer, percebemos muio mais afinidades do que pelo chat / telefone.
Amiga pra todas as horas ela foi, eu, idem.

Hoje a Estrela 17 sobe ao céu, transmuta, se destaca, se torna infinita.

Mari, onde você estiver agora, saiba que tudo que passamos foi único, e você está no seleto Hall de pessoas especiais do meu coração.
Com certeza o Deus e a Deusa te receberão em um lugar especial, onde você poderá cuidar de seus 2 filhos, seu marido, e olhar por todos nós.


Abençoada seja, Mari!
(se eu estou chorando agora, retiro tudo o que disse nas primeiras linhas)



A vida, como ela é.


Ipodo!

A coisa mais importante a ser lembrada quando falamos em criar um podcast é que não existe maneira certa ou errada de se produzir os programas. O que existe são maneiras que funcionam melhor para cada pessoa, de acordo com suas necessidades e conhecimentos de informática. É muito provável que, como no mundo dos blogs, em pouco tempo existam ferramentas prontas que farão todo o serviço de captura de aúdio e mixagem de som, deixando para o podcaster apenas a tarefa de criar um bom programa.

O primeiro passo é ter um microfone conectado ao micro e um fone de ouvido, para que não ocorra eco. Quem está usando um Mac para gravar seu podcast pode usar o microfone embutido em grande parte dos modelos e conseguir uma qualidade de som aceitável. Para os PCs, vale a regra de que a qualidade do áudio será diretamente proporcional à qualidade do microfone, ou seja, quanto melhor o microfone melhor será a qualidade da gravação.
No Mac, a melhor opção para gravar um podcast é usar o GarageBand, parte do pacote de software comercializado como iLife (que terá uma atualização disponível nos EUA a partir do dia 22 de janeiro, e no Brasil dentro de alguns meses). Antes de começar a gravar, verifique nas Preferências do Sistema o volume do microfone, para ter certeza de que a qualidade do áudio gravado será satisfatória. Para um podcast simples, com apenas uma pessoa falando e música de fundo o setup está completo. Quando você inicia o GarageBand, uma nova faixa com o Grand Piano é automaticamente inserida. Clique em Command+delete para apagar, e em option+Command+N para criar uma nova faixa. Selecione Real Instrument –> Vocals –> No Effects, utilizando o modo estéreo.


Após a gravação da voz, basta inserir as músicas desejadas e os efeitos especiais como faixas (tracks) separadas, ajustar o volume para que a música não encubra a voz e pronto.

O próximo passo é exportar o arquivo para o iTunes, onde a próxima fase da produção irá acontecer. O GarageBand exporta para o iTunes no formato AIFF, que gera arquivos muito grandes para serem utilizados nos podcasts (um dia todos teremos banda larga, mas por enquanto ainda é importante levar o tempo de download em consideração). No iTunes, clique em Command+, para abrir as preferências do programa, e vá até a aba Importing para escolher a qualidade e o formato do arquivo a ser exportado. Para um podcast, em função do espaço, geralmente se utiliza o formato mp3 com 64kbps como qualidade. Desta maneira, o arquivo de áudio não fica com um tamanho exagerado e pode ser facilmente hospedado em seu servidor e baixado pela sua audiência

Para dar um ar melhor ao podcast, você pode adicionar imagens ao arquivo arrastando-as para a área onde ficam as capas de discos e colocar um nome no campo do Album, como, por exemplo, www.seusite.com.br. Com o arquivo pronto, basta enviar para seu servidor. Com esta parte pronta, o próximo passo é criar o arquivo RSS, sobre o qual vou falar após a criação do podcast na plataforma Windows.

Se você está utilizando o Windows, os programas mais utilizados para a criação dos podcasts são o Audacity e o All2wav, ambos disponíveis com a licença GNU, ou seja, sem custo. Ambos os programas resolvem o problema da captura de todo o áudio do computador, mas o All2wav é o mais simples de ser utilizado para a gravação, deixando o Audacity para a parte final de conversão do arquivo para o formato mp3.

O primeiro passo é iniciar o All2wav e escolher a opção Record sound from another application e clicar em Next. Na próxima janela, você deve escolher o nome para o arquivo a ser criando, colocando a extensão .wav depois do nome do arquivo, e selecionar a qualidade de gravação. Em função do espaço para o arquivo no servidos e da transferência para o usuário final, os podcasts não podem ser muito grandes. O melhor a fazer é gravar o áudio na melhor qualidade possível nesta fase, e controlar o tamanho final quando for exportar o arquivo usando o Audacity. Para começar a gravar imediatamente, é só clicar no botão Finish. Caso contrário, desmarque a caixa de seleção Record Now. A parte mais importante para a criação de um podcast é verificar no controle de áudio do computador a fonte de gravação. Para tanto, abra o painel de controle, clique em Sons e Dispositivos de Áudio, e selecione a aba Áudio. No item Gravação de Som, clique em volume e marque a caixa de seleção Stereo Mixer.
Vale lembrar que o programa vai gravar todo o som do computador, então o melhor a fazer é encerrar programas que geram alertas sonoros, como o Outlook Express e o MSN Messenger. Por outro lado, como o programa está capturando todo o áudio do computador, você pode enquanto grava utilizar seu player de áudio favorito para inserir músicas ou efeitos sonoros no podcast.


Com o áudio gravado, você deve então iniciar o programa Audacity. Nele, escolha File, Open, e selecione o arquivo de áudio gerado com o All2wav, onde está o podcast. Nesta fase você deve entrar selecionar nas preferências do programa (que podem ser encontradas em File, Preferences) a qualidade do arquivo mp3 final. A seleção é feita na aba File Formats, com a escolha da bit rate do arquivo mp3. Como já foi falado anteriormente, os podcasts normalmente utilizam 64kbps como qualidade do som, um bom compromisso entre qualidade e tamanho de arquivo. O passo final é exportar o arquivo para o diretório de sua escolha, clicando em File, Export as mp3, e selecionando o local. Este arquivo finalizado deve então ser colocado em um servidor na Internet, para que as pessoas possam baixar o podcast.
O que diferencia os podcasts dos blogs de áudio, como já foi falado, é a forma como o conteúdo é distribuido, utilizando o RSS 2.0. O arquivo RSS é extremamente simples, oferecendo algumas informações sobre o podcast e o arquivo a ser baixado pelo programa. Sua criação deve seguir algumas
regras básicas para que ele funcione e sirva como ponte entre seu arquivo de áudio e o agregador, o programa usado por seus ouvintes para baixar automaticamente seu podcast. Este é um exemplo de um arquivo RSS, que deve ser editado em um programa como o TextEdit no Mac ou no Bloco de Notas no Windows e salvo com um nome como meupodcast.xml. É só alterar os links para seu servidor e seu podcast. Clique aqui para baixar uma cópia do exemplo abaixo, que você pode então modificar para seu próprio podcast. Note que para cada podcast adicionado, você deve repetir tudo entre as tags e , alterando os dados para o outro podcast.

Para finalizar o podcast e poder avisar a todos sobre seu novo programa, envie para seu servidor, seguindo a estrutura de diretórios utilizada no arquivo xml, com seu programa de FTP favorito. Com tudo isso feito, é só verificar se tudo está funcionando com um programa próprio para baixar os podcasts, que pode ser encontrado para diversas plataformas no site iPodder.org, que também tem uma lista de diversos podcasts para você ouvir quando não estiver ocupado criando seus programas.

Como baixar os podcasts

De nada adianta uma rádio sem audiência, e o mesmo serve para os podcasts. Para que as pessoas possam escutar seu podcast (ou qualquer um dos quase 4000 disponíveis atualmente), elas precisam de um programa especial. O programa mais usado é o iPodder, que possui versões para Mac e PC e é distribuído gratuitamente. Após a instalação do programa, você deve adicionar o feed (o endereço do arquivo xml que foi criado) ao programa, que automaticamente irá baixar o podcast e adicionar ao player favorito, criando uma playlist com o nome do podcast adicionado.


Porquê tudo isso?

gredzpod.mypodcast.com (em construção!)

Será que você não quer dar uma voltinha comigo?

Alguém ai tem programa pra sexta ?

:-(

Enquanto eu puder cantar, alguém vai ter que me ouvir

Outra canção de Chico Buarque.

Nessas últimas semanas ando sendo questionado se estou apaixonado. Os questionamentos correm de diversas pessoas, tanto as que trabalham comigo, como as do bloco de pedra, como as de casa, como as da minha vida, como as que eu encontro pela rua ou, mais comum, de quem lê o blog.
Essa sensação que as pessoas tem sobre minha pseudo-paixão é nítida... do nada começo a escrever coisas românticas, abalotadas de carinho e presteza á "alguém que não existe ou existe na mente de quem pensa" . Isso é normal, né?
Talvez pelos duros momentos que passei e pelas diversas mudanças que andam correndo em minha vida seja mais fácil identificar que uma nova paixão está no ar. Essa paixão, segundo as mentes de vááááárias pessoas, está causando em mim transtornos incríveis, como o fato de mentir e dizer que vou trabalhar até as tantas só pra fugir de compromissos. E essa viagem autoritária não é privilégio de uma pessoa, grupo ou entidade específicas...
É filho, quanto mais a gente tenta ser certinho mais a gente se fode!

Respondendo á gregos e troianos, a paixão existe sim!!! É uma paixão louca, que contesta algemas, que cria vínculos infinitos com seres extrasensoriais, que manobra os sentimentos de relógios de paredes e de pulso, que critica o movimento de translação que faz a Terra girar, que faz de Netuno o Deus dos pássaros, que cita Chico Buarque incessamentemente em seus devaneios, que leva e trás Maria, que me deixa, me rouba, me encanta, me destrói a cada dia.
Entendeu?
Mais ou menos isso.


Com o doce deleite de flores e estrelas, pássaros e uma pitada essencial de um sotaque nordestino fila da puta, sigo bem!

Como diria o profeta:

ALEGRIA PLENA!

Com você eu passo bem demais

Como todo mundo que busca crescimento espiritual, eu tenho dois lados: o sério e o gostoso.
Assim como Nietzsche, você precisa ter intimidade com Deus e ser livre nas coisas do Espírito para suportar a intensidade do meu grito e a paixão escandalosa que eu tenho pela Vida.

Tem que adorar o que é proibido e ser predestinado ao Labirinto que vai além do que é normal.

Tem que ter ainda a doce experiência simultânea de sete solidões maravilhosas, dois corações completamente enlouquecidos — e os olhos abertos para ver o que está mais longe.
Se não, você não me compreende.
Mas compreender-me não é imprescindível.

Interessam-me as tuas emoções.

[Edson Marques]

Ele cala.

Eu tento, mas ao ouvi-lo, tudo se cala.
E tudo é contemplado.


Como se fosse a única.



" As palavras já não cabem mais, tanto dentro de mim como em qualquer lugar.
As pessoas, oa gestos, as árvores, as canções já não são mais as mesmas... tudo ilumina essa verdade que dói.

Dói, mas amo.

Você, menestrel de todas as artes...
Eu, pura dona de mim, ou quase.
Eu, menina, tento com todas as forças manter-me firme ás minhas convicções, virtudes e desejos... mas o desejo por você, dono da noite, é maior que todos meus amores juntos. Todos os que vieram, todos os que estão e todos que virão.
O nosso amor parou aqui, e foi melhor assim... você esperava e eu também que esse fosse seu fim. Parou, mas ressuscita amanhã.
E esse meu amor como o Sol, que nasce todo dia.. o seu, posso comparar com a Lua... cresce, enche, vai esvaziando e esvai-se na escuridão, para voltar de novo.

Eu, menina, prometo não me comprometer com nada, pois minha juventude pede vivências, pede arrogâncias de tantos outros, mas não às que vem de você.
E porque me sinto tão tua? e porque você não se sente meu?
O tempo está passando na janela.. eu estou vendo... e você?

Eu, menina, ouço o Juca dizer que o crime não compensa, que a sua serenata acordou Maria, que o delegado é bamba.. mas ele não passa de um meliante, e porque acreditar em suas juras por Maria?

Eu, menina de 20 minutos, das docas, dos moços... eu, menina de Amsterdã...

Eu, menina, procurando na roda triste alguma atenção, algo que me faça falante como o som do tamborim que vem da televisão.

Eu, menina... inerte.

Eu, menina.. boa de apanhar, boa de cuspir...

Eu, menina, ouço ainda a voz antiga que me embalava:

Dorme minha pequena
Não vale a pena despertar
Eu vou sair
Por aí afora
Atrás da aurora
Mais serena



Acordo e você não está...
Volte logo...

Traga consigo uma lua cheia linda, traga-me uma cesta de rosas, um pé de laranja, uma hortigueira e um pássaro livre....

Você me navegou por mares tão diversos que eu fiquei sem versos.

Queria tanto poder dizer-lhe que sem você passo bem demais... mas a casa é sempre sua, bem assim...

Volte quando quiser.. ao amanhecer, entardecer, anoitecer.. volte!
Volte com suas mulheres, mas volte para mim... volte de madrugada, quando a fábrica começa a buzinar , o trânsito ao reclamar do nosso eterno espreguiçar...
Volte com o que quiser!
Mas te faço um único pedido:
Quando estiver comigo, faça-me a única, como se eu fosse a única.
E ao se despedir de uma de suas mulheres por telefone, não diga "eu te amo"...

Machuca.
Dói.
É injusto. Ao menos para mim.



Baseado na obra de Chico Buarque.

Á vonts!

Se as pessoas vem aqui, comentam e deixam "anônimo" ou iniciais do nome, beleza!

Se as pessoas vem aqui e se deleitam com minhas palavras, da hora!

Se as pessoas riem do que eu digo, demorô!

Se as pessoas até ridicularizam o que eu digo, penso ,falo ou faço, joinha!

E se essas mesmas pessoas insistem em comentar este post que termina agora:

Paciência!


rsrsrs

"Sempre mais do mesmo...

..não era isso que você queria ouvir?..."

Legião Urbana - Mais do Mesmo

A inspiração vem de onde?


Pergunta pra mim alguém,
Na verdade essa tal inspiração vem já de alguns dias. No meu Orkut criei um álbum em homenagem às mulheres que fazem do meu sábado algo especial, algo diferente do comum. Estou lá há 6 anos e hoje percebi que muito d oque eu faço ali são pra elas, as mulheres. Minha música, junto de outras tannntas pessoas, faz o sorriso delas vibrar, aparecer, acalantar.


Respondo, talvez de longe.
De longe mesmo. Hoje sinto muito do que sentia há anos. Não é "amooor" sabe? é algo que me deixa hoje, mesmo com minha camiseta dos Garotos Podres, com uma cara boba.Vem de longe sim. Vem de mim ,e eu estava (muito)longe de tudo isso.


De avião, barco ou ponte,
Ou mesmo num comercial de TV, num scrap, numa foto antiga, num vídeo do Youtube... vem de várias formas. O importante é sentir e repassar essa inspiração.


Vem com você nesse trem.
Talvez o tal do Trem da Juventude.. como diz Herbert "...o trem da juventude é veloz, quando foi olhar, já passou".Fico extremamente satisfeito em ter essa juventude impregnada em mim... em viver, em ser o que sou, ou talvez ser o que sempre gostaria de ser.


Nas entrelinhas de um livro,
E que livro! a história está sendo contada e eu como autor... ohhhhh!!!


Da morte de um ser vivo, das veias de um coração.
E ele palpita aqui dentro, como uma alfaia enlouquecida...Já morri diversas vezes. Dói sim, mas ás vezes é necessário (na verdade não era necessário, mas essas mortes ai só mostraram que a cada vez que eu renasço, vejo coisas diferente).Por agora chega de morrer, vou viver.


Vem de um amor, vem do riso... vem por alguma razão. Vem pelo Sim, pelo não.
É.. me pergunto de verdade alguma razão concreta.O Bloco de Pedra é uma razão concreta (ahn, ahn, entendeu o trocadílho??) pra essa inspiração. não apenas a smulheres que cantam e me encantam, mas sim todo o propósito e nossa vida ali dentro. As novas idéias, parcerias, projetos, associações (dá-lhe Seu Griô!!!) e tudo que envolve o Projeto me deixam num êxtase incontrolável.Mas também há diversas formas de inspiração, como sombrancelhas frizadas, palavras em espanhol e algo preso há tanto tempo.


Vem pelo mar gaivota, vem pelos bichos da mata,
Vem da natureza, da lua, do sol, do vulcão, da erupção...


Vem lá do céu, vem do chão
Realmente algo que me prende, me move e comove, me faz ser inteligente, capaz, burro...


Vem da medida exata
Parece que sim.
É muita coisa a se sentir. A inspiração grita aqui dentro e demonstrações dela podem causar náuseas às pessoas presentes.


Vem dentro da tua carta, vem do Azerbaijão.
É... de longe.

Posso resumir com o resto da letra do Itamar Assumpção:

Vem da tristeza, alegria
Do canto da cotovia
Vem do luar do sertão
Vem de uma noite fria
Vem olha só quem diria
Vem pelo raio e trovão
No beijo dessa paixão


Nem me fale.
E viva a intensidade das coisas!

Está em cima, como o céu e o luar

"Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas, séculos e milênios que vão passar.
Água marinha põe estrelas no mar...praias, baías, cabos, mares, golfos, penínsulas e oceanos que não vão secar."

Soa meio piegas, né?
Mas não é não, é bonitinho!

O post abaixo diz:

Indireto.

rsrsrs

Indireto.

Maria foi embora
E agora eu quero chorar.

Um dia levantou,
Olhou e me falou:
"Eu não te quero mais.
Você me fez sofrer,
Você me machucou
Sem ter razão nem dó.
E assim prefiro eu só."

Ai, se ela voltar
Ai, se ela me quiser
Perdão,
Errei.

(Nando Reis - Foi Embora)

Eu juro!!!!!!

Procuro me desarmar,
ando em busca de paz.
Respondo a vontade do ceu,
sentimentos nao preciso de provas.

Uniao para voce, oh sim
Nao fale nada.
A verdade vem no seu beijo,

voce nas minhas maos, eu juro que nao tenho medo!


(com um teclado sem vergonha e sem acentuacao...rs)








Correção

Post anterior (A casa é minha, você que vá embora) alterado para melhor concepção.

O que eu quero eu vou conseguir

Enquanto fumava uns dos cigarros da saudade do dia (e são alguns por dia mesmo), pensei e descobri que é apenas cansaço, não fraqueza.
Citando Lulu Santos:

"Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber"

E é bem isso.
Meu momento mais individualista de todos meus 30 anos está mostrando isso.. o que eu ganho ou perco ninguém precisa saber.
De verdade.

Uso palavrões, cito poemas e canções. Acho que dessa forma chego à minha essência.Um dos motivos mais fortes de toda essa força é a sensação de poder reativar um vulcão que eu conheci há 8 anos, e permitir que ele possa ser ele, sem a mínima preocupação de como será, mas por onde será. Espero de verdade que essa força contida por tanto tempo se mostre capaz de vencer e estar bem todos os dias... poder sorrir e ser o tal passarinho da gaiola, onde uma vez livre, já sabe o gosto da felicidade.E pode viver buscando-a incessantemente.

Sendo tempestade, tsunami, terremoto, vamos permitir que sejamos quem somos, e nunca nos esquecermos de nós.

"A chuva caiu, acabou com o mundo... e nós, alheios á tudo"


Tente isso. Será bom pra todos.

"A casa é minha, você que vá embora"

Uma canção antiga dos Raimundos na época onde estavam no topo, vendendo bastante e com a mídia toda voltada a eles. Dizem que eles "traíram o movimento", termo muito usado nos anos 80/90 por aqueles que mantém uma postura dentro de determinada tribo, facção, estilo de vida ou o que seja algo que pode ser levado para a vida toda. Pessoas como João Gordo, Clemente (Inocentes) e outros foram chamados de traidores do movimento.


Conversando um dia com o Clemente no Mcdonalds (pois é), ele me disse que esse lance de trair o movimento é cosia de gente retrógrada. Disse que continua gostando das coisas que fez e ainda pretende fazer mais e mais, sendo em produção ou execução mesmo. E também disse "Meu filho não tem que nascer revoltado, brigando com o sistema capitalista e caralho a quatro. Se ele quer ir ao Mcdonalds, eu levo."


Coisa parecida disse o João Gordo ao entrar na MTV. Disse que dinheiro tem valor sim e que se está fazendo alg oque curta e que tenha sua cara, fica bem à vontade. É punk por natureza e não deixará isso morrer, pois entende que pdoe viver suas coisas, sua mídia, sua vida e deixar tudo certo dentro dele.O Andreas Kisser também, de certa forma, foi chamado de traidor do movimento. Isso porquê ocorreram mudanças radicais no Sepultura, sua banda eterna, para algo melhor (na minha opinião). Desde a saída de Max cavalera, a banda ficou co ma liderança do irmão de Max, Igor, e do próprio Andreas. Dereck entrou nos vocais e Paulo Jr. continuou no baixo.


Assim, o Sepultura manteve sua raiz forte, porém longe do que foi feito em discos anteriores, como "Squizofrenia" ou "Beneth The Remains". Na minha opinião, quando o Sepultura ousou no disco "Roots" a entrar em cosias nunca antes imaginadas no meio do metal, foi seu passo mais importante. Muitos dizem que este disco foi o início do New Metal, mas há controvérsias.Hoje o Sepultura mantém seu público fiel desde os antigos cabeludos de calças rasgadas até jovens de seus 12, 13 anos. O importante no caso deles foi a inteligência adquirida com o que eles fazem, com as bandas que cresceram com eles e ajudara meles a crescer. Já os Raimundos, dentro dessa comparação, esquecera ma fórmula da inteligência e se afundaram ao meio de drogas, mulheres, bebidas e rock´n roll.Em contrapartida, o Iron Maiden tem cinquentões na banda e mantém o mesmíssimo estilo desde sua fundação. Seu metal rasgado, pesado e íntegro mantém a banda a quase 30 anos dentre uma das maiores, senão a maior, banda de heavy metal de todos os tempos.


Eles fazem porque gostam, porque tem público, porque tem inteligência, porque sabem fazer e porque sabem o que estão fazendo. O Metallica foi muito criticado no lançamento do "St. Anger" porque estava abaixo de esperado para uma banda que lançou discos memoráveis como "Kill Em´All" e "Master of Puppets". O Metallica recentemente lançou "Death Magnetic", calou a boca de muitos e fez o sorriso de tantos outros voltar [a tona após alguns bons anos sem algo "novo".A verdade é que o "novo" assusta e o "velho" pode ser arcaico. Mas os dois são importantes dentro do contexto de crescimento e conhecimento próprio. As críticas virão, as pessoas irão mesmo falar que "antes era melhor" ou que "hoje não combina com o que eu conheci". mas a verdade é esse upgrade que deve ser realizado em tudo o que fazemos, traindo o movimento, alterando seu heavy metal à parcerias com o Júnior (da Sandy, no festival que o Andreas faz todo ano), indo ao Mcdonalds, escrevendo com canetas Mont Blanc e de calças rasgadas, tocando para mais de 100 mil pessoas e indo com seu próprio avião onde o piloto é o vocalista da banda, cantando o número da besta e sendo feliz ao estar com seus filhos, seu fãs.


Se eles tocam bem, se eles são íntegros, se eles aprenderam aonde, não importa. Kurt Cobain não sabia tocar guitarra ao ser lançado o primeiro álbum do Nirvana, "Bleach". Foi aprendendo e seus 3 acordes ganharam o mundo. Dado Villa-Lobos também, ao ser lançado o primeiro disco da Legião Urbana não sabia nem segurar uma guitarra. Já o baterista dos Paralamas do Sucesso, João Barone, não tinha sua carteira da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB): ganhou por méritos prestados à música brasileira e mundial. Se ele precisou mostrar a alguém que sabia tocar? não sei... só sei que ele sabe e é fato, não pela obra construída, mas pela paixão feita naquilo que é apaixonado.




"Eu canto, eu berro, eu grito quando eu quero"



Mais uma frase célebre do grande Tim Maia. Outro louco que morreu pela inconsequência de viver demais e pensar de menos (ou não).

Um cara inteligente que não precisava da beleza pra encantar. Bastava-lhe abrir a boca e seu vozeirão cobrir platéias para que todo o mundo reverenciasse o tal canto.Ele quis ser livre, e foi. Foi preso, usou drogas, entrou para uma religião (Racionalistas, me desculpem mais não vou explicar aqui que a Cultura Racional não é religião), cantou música brega, cantou com artistas desde Roberto Carlos até Os Mutantes. um louco com uma cabeça louca e suas canções loucas.


Para pular do abismo é preciso ter asas. E tirar seu brevê.Mas esse papo todo sobre crítica musical e história da música serviu para o seguinte: eu sou o que sou, e foda-se o resto,


De boa, to realmente cansado de ouvir que "o Gleds é aquilo, o Gleds é isso outro" se não for produtivo. Mano, o Gleds é o caralho que for. Se você critica, tenha suas bases e não perca a linha, segure-a. Aceito críticas sim, mas dentro do que eu chamo de respeito. Quando perdemos isso e a violência gratuita tem sua vez, você perde tudo. Quero ouvir que fui um mal namorado ao deixar minha ex² sozinha, sem deixar claro o que importava e tentar ser "bonitinho" ao invés de ser verdadeiro, mas ter em troca como fazê-lo direito (e tenho isso dela, por essas e outras que tenha ela como uma pessoa extremamente especial). Quero sim ouvir que as pessoas desconfiam de mim por "trair movimentos" ou mesmo acharem que nunca fiz parte deles, ao mesmo tempo que essa afirmação seja feita em determinados momentos, não na hora em que a raiva aparece e o que você acha o udeixa de achar é sua única arma.Não precisamos de armas, não precisamos disso. Como diria Mr. Lennon, All you Need Is Love (all together now!!!) e com ele a gente vai longe.


Concluo que: por amor faço essas coisas por amor ao que eu penso sobre MINHA vida. Se mudo de opinião, concordo que devo explicações às pessoas que estão dentre estas mudanças, porém-contudo-todavia-no entanto a forma de como é cobrada essa explicação é que faz toda a diferença.
Porra Janaina, vc me ensina a cada dia, mesmo longe. (e não é cinismo rsrsrs)


"Meu santo tá cansado, não vou dizer que tenho salve sobrando... não tô aqui pra ser herói, cuzão, pra pagar de otário!" (Santo O Rappa).

Tô longe da perfeição, eu sei mais que todo mundo... mas o que me predisponho a fazer, faço e (muito)bem feito.



To extremamente cansado, de verdade. Algumas coisas ainda me deixam com uma puta esperança, uma puta vontade de viver. O mundo cai lá fora e aqui dentro também, mas sensações me levam a um futuro incerto, porém saboroso. Sei que o passarim quer voar, pois o tiro feriu mas não matou.Meu jardim está meio baleado, uma grama alta e algumas ervas daninhas. Mas nada que uma boa atenção (como eu ando fazendo) não resolva isso, nem que essas ervas daninhas estejam encrustadas dentro de mim, e para isso os beija-flores tenham que voar pra longe.


Como diria o Rei:

"...então o que fazer? já não quero mais saber
Se como alguma coisa que não devo comer,
Se tudo o que eu faço é ilegal, é imoral ou engorda."


Gostou do que leu aqui?
Sim?
Seja bem vindo (a) =0)
Não?
Não me importa, pois "a casa é minha, você que vá embora"

?

Sim, ainda há vida dentre estes posts.
Mas estou ocupado.

Vivendo.

Mulheres

Texto de Edson Marques
(http://www.mude.blogspot.com/)

Não me bastam os cinco sentidos para perceber-lhes toda a beleza. Não me bastam os cinco sentidos para viver com totalidade o mistério profundo que elas trazem consigo. Eu tenho é que tocá-las, cheirá-las, acariciá-las, penetrar-lhes o sorriso, sentir o seu perfume, beijar-lhes o céu da boca, ouvir suas histórias, transformá-las em deusas. Como espelho de paixões em labareda, tenho que sentir nos seus olhos um raro brilho diamante.
Eu as respeito e as venero, com a graça de um cisne que dança num lago tranqüilo e a ousadia de um touro selvagem recém-despertado. Não lhes faço perguntas, não as pressiono por nada, não lhes tiro a liberdade, não quero mudá-las jamais. Sempre imagino o que estejam sonhando, e pulo de cabeça no sonho delas. Cavalgo o vento para visitar-lhes as razões, as emoções e as loucuras. Como um deus escandaloso e surpreso por sua própria criatura, entro no coração de cada uma delas, deliciosamente, como se entrasse numa pulsante catedral. Mergulho na essência dos seus desejos e cada vez me espanto mais com tanta fantasia. Os cinco sentidos, por não serem precisos, ainda não bastam, e preciso mais do que isso para compreendê-las.
Toda mulher é silenciosa por dentro. A existência pura se manifesta em cada detalhe. Assim na terra como no céu, amar as mulheres é uma experiência religiosa. E eu as amo, fina substância, como deve amar quem ama de verdade — incondicionalmente. Sem ciúmes. Eu amo as morenas, as loiras, as baixinhas, as altas, as lindas, as quase feias. Amo as virtuosas, as magras, as gordinhas, as diabólicas, as tímidas, e até as mentirosas. As iluminadas, as pecadoras, e as santíssimas. Amo as virgens, as pobres, as ricas, as loucas, as muito vivas, as inocentes. As bronzeadas pelo sol, e as branquinhas. As inteligentes, e as nem tanto. Desde que sensíveis, eu amo as mais jovens, as mais velhas, as solteiras, as casadas, as separadas. As bem-amadas, e as abandonadas. As livres, e as indecisas. E se me dessem o poder, o tempo e, principalmente, a chance, eu a todas elas daria, todos os dias, um orgasmo cósmico, poético e sublime.
Apanharia flores silvestres, tomaria sol com todas elas. Andaríamos descalços na areia, contemplaríamos crepúsculos cor de abóbora, jantaríamos à luz de velas, dançaríamos, tomaríamos vinho branco, olharíamos as estrelas. E eu lhes faria poesias de amor. Puro como um anjo, amaria cada uma delas eternamente — uma por vez. Com delicadeza, com doçura, com profundidade, com inocência. Entusiasmado, como se cada uma fosse a única. Como se no mundo inteiro não houvesse mais nada, nem ninguém.
Todas as noites, passaria cremes e encantos no seu corpo. Falaria sobre fábulas, contaria histórias românticas, as veria dormir. Ouvindo Beethoven, velaria por um tempo o sono delas, e de madrugada, antes do sol raiar, antes do primeiro pássaro cantar, as cobriria com o resto de luar que ainda houvesse, e sairia em silêncio. Como um felino lógico, sensual e saciado, deslizaria pelo cetim azul-celeste dos lençóis, saltaria por sobre todas as metáforas — e sorrindo iria embora.
Enfim, se por acaso fosse Deus, eu com certeza não mais ficaria cuidando do universo e dessas outras coisinhas banais. Não ficaria controlando o destino das pessoas, o tempo, os compromissos, a pressa, o caminho dos planetas, a economia, o cotidiano, o infinito, os genes, a Internet, a gravidade, a geografia... Não! Eu somente iria amar as mulheres, como elas merecem. E como nunca foram amadas.
Só isso, definitivamente. Nada mais, nada mais!

Façam minhas as palavras do Edson!
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