Nazário

1 - Ele é gordo.
2 - Jogou nada na copa de 2006, na Alemanha.
3 - Ex jogador, segundo o Leco (diretor do SPFC)
4 - Gosta de travecos.
5 - Protegido pela arbitrágem.
6 - Marketeiro.

Destes tópicos, concordo com o 4º.
Afinal, ir lá no nosso salão particular, calar a boca de mais de 40 mil pessoas de sexualidade duvidosa e ainda por cima fazer um gol?


Gosta mesmo de travecos! se sentiu em casa!




Buffet

2000!

Você foi o visitante nº 2000?

Parabéns! acaba de ganhar mais mil postagens!


Retirar o prêmio comigo mesmo.

Mil de mim

Nem tanto, mas até que poderia ser.

Dia 02/03 de Maio vou tentar reeditar a Virada Cultural de 2007, onde curti horrores. A diferença será que não terei as mesmas companias que tive em 07, mas já estou com o gás total para acompanhar.
Vou dividir com vocês, caros leitores do blog, meus anseios desta virada... o que pretendo assistir e o que sei que não vou conseguir assistir. E, óbvio, frisar que vocês assistam ao menos uma apresentação minha ;)



Tudo começará, a priore, na Estação da Luz, com Gaspa e os Alquimistas, fazendo "Os 24 maiores sucessos da Era do Rock" do Raul Seixas. Dependendo, posso até ficar lá para assistir o Nasi fazendo o "Krig-Ha, Bandolo!", ás 23:15, que é um dos discos de meu maior apreço de toda a obra do Raul.
Mas nem tudo é tão fácil na Virada, pois ás 20:30 na Av. Rio Branco teremos Farufino, um ótimo samba-rock, bom pra dançar e ver dançar. E também por volta desse horário teremos O Som Nosso de Cada dia na Praça da República (progressivo genuinamente tupiniquim, babe!)

Ahhhhhhhhhhh!!!!

Ás 22, no Sesc Santana, vai rolar o Projeto Pernambuco Popular, com Siba e a Fuloresta, Antônio Nóbrega, Lenine e Dj Dolores. É de fudê, neh?

Á partir da Meia-noite inicia-se meu martírio.
Perderei shows épicos, como:

00:10 - Camisa de Vênus (Praça da República)
01:30 - Clube do Balanço (Rio Branco)
02:10 - Velhas Virgens (Praça da República)

Tudo isso porque, ás 00:45, o Bloco de Pedra se apresenta na Maratona de Rua, saindo de algum ponto do Centro da cidade (maiores informações em breve, aqui mesmo). Deve ser em formato de arrastão ,e por conta disso o tempo de duração é indeterminado, por enquanto.

Voltando á vida normal, logo após o Bloco teremos o Baque Bolado, com seu número Pernaltas,
também em algum ponto do centro da cidade.
Mas o Baque Bolado provavelmente será desbancado pelo Instituto fazendo "tim Maia Racional" na Av. São João. Eu pelo menos estarei lá, com alfaia ou sem alfaia nas costas!
Por volta deste mesmo horário, teremos Os Opalas na Rio Branco, ás 04:00 hrs e, na Pça da República, tem Los Goiales All Stars, uma espécie de Mutantes emo (mas é bom!).

Ás 05:35 no anhangabaú va irolar o Baque da Aurora, com o Caracaxá. Um bom maracatu pra iniciar o dia, que tal?
Ás 7, no anhagaba ainda, rola Batuntã... esse eu vou ver!

Ás 9:00 , o bicho pega.
Cordel do fogo Encantado na S. João ou Velhas Virgens fazendo o Abre-te Sésamo (Raul) na Luz?
Isso eu decido na hora.

Ao meio-dia, Nação Zumbi na Pça. Da República ou Zeca Baleiro na S. João?
A princípio, pontos para a Nação.

Ás 14, tem o Nasi na República, fazendo seu trampo solo. Mas o lance é que depois do show de meio-dia, concentração master para a apresentação do Viralatisse no CEU Jd. Paulistano (Brasilândia). Devemos tocar cerca de uma hora, estando de volta lá pelas 17.
Aind ame resta uma hora de curtição.... e tenho as seguintes opções:

1 - finalzinho do Camisa de vênus fazendo "A Panela do Diabo" (Pça. da República)
2 - emendar o finalzinho desse show com a Jam Seixas (Pça da República)
3 - ver Ike Willis e a Central Scrutinizer Band (a melhor banda cover do Frank Zappa, segundo o próprio)

E talvez tenha algo mais que não me ocorre agora... de qualquer forma, caso tudo dê errado vou eu e minha cerveja ver Maria Rita ás 18 na S. João.


Se você não for na Virada, pode deixar que eu mando notícias do mundo de lá.

Lembrem-se:

Bloco de Pedra ás 00:45 ,em algum lugar do centro.

Viralatisse ás 15:00 (domingo) no CEU Jd. Paulistano

Está decretado

5 dedos da mão esquerda.


Eu vou esperar.

O artista vai onde o povo está



Bloco de Pedra e Viralatisse na Virada Cultural!


maiores infos?

http://www.viradacultural.org.br/

E depois posto aqui meus comentários.

E não me encham mais o saco




tá compreendido?

Vou te mostrar que é de chocolate

Ou melhor, era!

http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200904132115_RED_77989635

Dia do beijo

Um beijo especial á tod(a)s, já que hoje não rola mesmo

(será?)


Parênteses

Em cartaz, no estádio mais próximo de você.


Daquele jeito, sabe?


Em respeito aos meus amigos de sexo duvidoso, não tocarei neste assunto durante toda semana.
Próximo capítulo na semana que vem.

e quando precisava ir, bom, sabe... eu ia.

Forrest Gump. Outra compania neste final de semana.

Muito será dito aqui, tanto pelas Bicicletas de Belleville, pelo Forrest, pelo Johnny, pelo Rei da Escócia, pelos Simpsons e por mais algum que dê na telha (até pelo Seya, se bobear).


O lance é que nunca havia percebido a lição que está com o Forrest.

Compania.


Neste final de semana, será essa.


Minha laranjeira verde.



"Já tentei muitas coisas, de heroína a Jesus"


Era uma daquelas noites mágicas, onde o vento uivava como um lobo faminto, as árvores balancavam e a lua iluminava tudo o que estivesse sobre a Terra. Ele calçou seus velhos sapatos e foi para a floresta. Naquele dia, havia trabalhado tranquilamente, sentindo uma calma ímpar no trabalho. Gostava de cavalos e por diversas vezes olhava-os passarem correndo pelo caminho de terra que estava á frente de seus olhos. Leu livros importantes, escreveu para o infinito e marcou mais uma vez um passo na areia da vida. Ao chegar da noite, se preparou para reencontrar os velhos magos de sempre. Dia de ritual, dia de reencontros, dia de reafrontas. Dia de verdades.
Chegando lá, deu de cara com o velho Porteiro, sempre com seu sorriso cativante e sua amizade ímpar. Passara momentos com aquele Porteiro que jamais serão esquecidos; dividiu com ele momentos naquele espaço que poucos pdoem imaginar.. momentos de riso, gargalhadas... só não momentos mágicos, pois o Porteiro se mantinha fiel ás suas convicções de "ser apenas um porteiro".
Ao passar pelo portal, identificou novas árvores, novos adornos, mas a energia sempre essencial daquele lugar. Chegando no centro do ritual, os caldeirões estavam lá, prontos para sua finalidade e esperando os magos que estavam em seu momento de canalização em outro local, perto dali. Ouvia-se as vozes, os chamados pela Deusa e o toque do velho tambor, tão conhecido por ele.Chegando perto da gruta onde estavam, avistou os magos tão presentes em sua memória. O Mestre com o dedo em riste clamando à Deusa o amor compartilhado, os coveners cantando e dançando...foram saindo da gruta, e ele se colocou mais á frente, fora do círculo, para que a energia adentrasse de forma natural.

O mestre foi o primeiro a sair, tocando seu tambor e cantando para a Deusa. ao o vê-lo, parou de tocar, olhou em seus olhos e disse "por você, merece parar" e lhe deu um abraço como nunca havia lhe dado.


Naquele momento, a lua aparece e sorriu.


Todos os outros sacerdotes saíram e, em uma espécie de fila, cumprimentaram o velho Mago que voltara depois de quase quatro estações. Os sorrisos ,abraços, beijos.. tudo isso fez o coração do mago crescer, ser feliz, agradecer.Após algum tempo houve uma pausa natural para que os coveners presentes pudessem se preparar para a queima de pedidos e a energização da noite. Nesse intervalo, o mago pôde, gentilmente, dar ao mestre dois presentes: uma lembrança simples, porém de coração, que o mestre se lembrará do mago sempre que olhar para ela; a segunda, suas mãos. Sim, o Mago concentrava seus dons nas mãos.

O mestre então se lembrou de diversas ocasiões onde as mãos deles tocaram as peles dos animais consagrados a se transformarem em instrumentos e geraram mutações onde quaisquer ser vivo estivesse seria tocado. As salamandras, duendes, fadas, anjos... tudo ali se mutava ao toque dos tambores.

Ao lembrar disso, o Mago lhe prometeu: em nosso ano-novo, estarei aqui.


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Fez-se o ritual, a queima dos desejos, a energização... Eis que o mestre chama o Mago, para sorriso geral de todos que ali o conheciam. O Mago recebeu o tambor de um dos coveners (já iniciado na arte do tambor), pediu licença ao mesmo e sentou sobre ele. Inicou um toque tímido, para reconhecer as energias, pedir licença aos guardiões e sentir a vibração aos poucos, suave, brisa leve, aumentando, girando, cantando, suando.

Acompanhou os cânticos daqueles magos como sempre o fizera. Em certo momento, percebeu que em sua linha reta estava uma pessoa de extremo apreço. Eles haviam passado por momentos mágicos, únicos, simples... porém a vida sempre ensina, sempre tenta derrubar, sempre mostra caminhos tortos, trilhas difíceis e estes caminhos separaram a vida dos dois. As inconsequências do Mago também cotnribuiram para a distância impregnada, a vontade de mudança e a sensação de falta de ar causada nos dois também.Mas ali, no centro, na magia, dentro da energia que ligou a vida dos dois para sempre, tudo isso fica para trás. O Mago percebeu que dois elementos o separavam dessa pessoa : água e terra. Ele em frente á Água, ela, em frente á Terra.




Água: pureza, fluidez, sentimento
Terra: firmeza, segurança, fertilidade.




O ritual chegou a seu fim com as energias plenas e os sentimentos nos olhares. O Mago saiu daquele lugar e voltou á sua floresta. Lembrou-se de que havia um encontro de pessoas para comemorar um dia especial de uma covener muito estimada por ele, e foi até o local olhando a Lua e agradecendo as sensações e os possíveis estigmas derrubados ali dentro.
Andou pela floresta, encontrou sua velha amiga, falaram sobre flores, criancinhas, cachorros e então ele pôde retornar ao seu velho casebre. Ao adentrar em seu humilde domicílio, percebeu em seu olhar duas laranejeiras prateadas, brilhando mais que a Lua que o encantara pela noite toda. Percebeu que o Sol brilhava dentro dele e viu a Lua lá fora, raiando, cantando, encantando...


Foi para fora e acendeu seu cigarro da saudade, olhou sua laranjeira verde, prateada pela Lua dessa noite e pelo sereno da madrugada.


E estampou em sua face um sorriso bobo, parecido com soluço, mesmo com todo o caos seguindo em frente, com toda calma do mundo.







"tudo o que já fiz foi por vaidade"

Raio, relâmpago e trovão.

Não sou escravo de ninguém
Ninguém Senhor do meu domínio.
Sei o que devo defender:
e por valor, eu tenho e temo o que agora se desfaz.

Viajamos 7 léguas, por entre abismos e florestas.
Por Deus, nunca me vi tão só.
É a própria fé o que destrói:
Este são dias desleais.

Sou Metal: Raio, relâmpago e trovão.
Sou Metal: eu sou o ouro em seu brasão.
Sou Metal: me sabe o sopro do dragão

Reconheço o meu pesar...
Quando tudo é traição
o que venho encontrar é a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha, e sempre será.
Minha terra tem a Lua, tem Estrelas
E sempre terá.


Quase acreditei na sua promessa,
e o que vi foi febre e destruição.
Perdi a minha cela e minha espada,
perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei.
E por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão.
E há que se alimente do que é roubo,
mas vou guardar o meu tesouro caso você esteja mentindo.

Olha o Sopro do Dragão.


É a verdade o que assombra,
o descaso o que condena,
a estupidez o que destrói:
eu vejo tudo o que se foi e o que não existe mais.
Tenho os sentidos já dormentes,
o corpo quer, a alma entende.
Está é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir: eu quer oa espada em minhas mãos.


Sou Metal: Raio, relâmpago e trovão.
Sou Metal: eu sou o ouro em seu brasão.
Sou Metal: me sabe o sopro do dragão


Não me entrego sem lutar:
Tenho ainda coração.
Não aprendi a me render, que caia o inimigo então.


Tudo passa, tudo passará...



E nossa estória não estará
pelo avesso assim, final feliz.
Teremos coisas bonitas pra cpntar.
E até lá, vamos viver.
Temos muito ainda por fazer, e não olhe pra trás: apenas começamos.
O mundo começa agora,
apenas começamos.




Só pra animar o dia :)

...do sereno da madrugada...

Próximo tema.
Aguardem.

Ato Institucional nº 5













O Ato Institucional Número Cinco foi o quinto de uma série de decretos emitidos pelo regime militar brasileironos anos seguintes ao Golpe militar de 1964 no Brasil.


Redigido pelo ministro da justiça Luís Antônio da Gama e Silva em 13 de dezembro de 1968, o ato veio em represália à decisão da Câmara dos Deputados que se negara a conceder licença para que o deputado Márcio Moreira Alves fosse processado por um discurso pedindo ao povo brasileiro que boicotasse as festividades do dia 7 de setembro.

Mas o decreto também vinha no correr de um rio de ambições, ações e declarações pelas quais a classe política fortaleceu a chamada linha dura do regime instituído pelo Golpe Militar. O Ato Institucional Número Cinco, ou AI-5, foi um instrumento de poder que deu ao regime poderes absolutos e cuja primeira conseqüência foi o fechamento do Congresso Nacional por quase um ano.


As ordens mandadas cumprir pelo AI-5



- fechou o Congresso Nacional e as camaras do Brasil inteiro por prazo indeterminado, com resalva para a Camara da Cidade de São Paulo;
- decretou o recesso dos mandatos de senadores, deputados e vereadores. Estes ainda continuaram a receber parte fixa de seus subsídios;
- autorizou, a critério do interesse nacional, a intervenção nos estados e municípios;
- tornou legal legislar por decreto-lei;
- autorizou, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis;
- O Presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo;
- suspendeu a possibilidade de qualquer reunião de cunho político;
- recrudesceu a censura, determinando a censura prévia, que se estendia à música, ao teatro e ao cinema de assuntos de caráter político e de valores imorais;
- suspendeu o habeas corpus para os chamados crimes políticos;


As proibições de reunião e manifestações públicas de caráter político:


Art 5º - A suspensão dos direitos políticos, com base neste Ato, importa, simultaneamente, em:
I - cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;
II - suspensão do direito de votar e de ser votado nas eleições sindicais;
III - proibição de atividades ou manifestação sobre assunto de natureza política;
IV - aplicação, quando necessária, das seguintes medidas de segurança:
a) liberdade vigiada;
b) proibição de freqüentar determinados lugares;
c) domicílio determinado;


Fonte: Wikipédia



Mas porque raios isso agora?




Está decretada, em estância máxima do Filial Do Mude, a moderação de comentários neste blog.
Quer comentar? cite seu nome.



Anonimato é coisa de gente medrosa.

Choveu.

E não fez sol.

Amanhã (hoje, por sinal) é terça, neh?

Mesmo com tempestades, moinhos de vento voando, maremotos e o cacete a quatro, amanhã faz sol.

Com convicção!

Cinza.

O dia foi assim hoje.

Espero que, á noite, tenha SOL.

Vou lembrar de você assim:

"E quando morre ,a gente fica chorando.
E quando nasce a gente ri.
Mas quem nasce, chora
E quem morre sorri"


:-)

Quem morre, sorri.

Não sou daqueles que fica mal por pessoas que morreram. Fico pensando na morte dos meus pais, de entes queridos, e me imagino...
Na real, não me imagino no velório, enterro ,etc. Acho realmente que "quem morre sorri" e isso deve ser verdade.


Mariane


A conheci em 1997 na sala de bate-papo Esoterismo do UOL. Ela com o nick "Estrela 17" e eu com o nick Anjo Manfred.

Ficamos amigos internéticos por muito tempo... ao nos conhecer, percebemos muio mais afinidades do que pelo chat / telefone.
Amiga pra todas as horas ela foi, eu, idem.

Hoje a Estrela 17 sobe ao céu, transmuta, se destaca, se torna infinita.

Mari, onde você estiver agora, saiba que tudo que passamos foi único, e você está no seleto Hall de pessoas especiais do meu coração.
Com certeza o Deus e a Deusa te receberão em um lugar especial, onde você poderá cuidar de seus 2 filhos, seu marido, e olhar por todos nós.


Abençoada seja, Mari!
(se eu estou chorando agora, retiro tudo o que disse nas primeiras linhas)



A vida, como ela é.


Ipodo!

A coisa mais importante a ser lembrada quando falamos em criar um podcast é que não existe maneira certa ou errada de se produzir os programas. O que existe são maneiras que funcionam melhor para cada pessoa, de acordo com suas necessidades e conhecimentos de informática. É muito provável que, como no mundo dos blogs, em pouco tempo existam ferramentas prontas que farão todo o serviço de captura de aúdio e mixagem de som, deixando para o podcaster apenas a tarefa de criar um bom programa.

O primeiro passo é ter um microfone conectado ao micro e um fone de ouvido, para que não ocorra eco. Quem está usando um Mac para gravar seu podcast pode usar o microfone embutido em grande parte dos modelos e conseguir uma qualidade de som aceitável. Para os PCs, vale a regra de que a qualidade do áudio será diretamente proporcional à qualidade do microfone, ou seja, quanto melhor o microfone melhor será a qualidade da gravação.
No Mac, a melhor opção para gravar um podcast é usar o GarageBand, parte do pacote de software comercializado como iLife (que terá uma atualização disponível nos EUA a partir do dia 22 de janeiro, e no Brasil dentro de alguns meses). Antes de começar a gravar, verifique nas Preferências do Sistema o volume do microfone, para ter certeza de que a qualidade do áudio gravado será satisfatória. Para um podcast simples, com apenas uma pessoa falando e música de fundo o setup está completo. Quando você inicia o GarageBand, uma nova faixa com o Grand Piano é automaticamente inserida. Clique em Command+delete para apagar, e em option+Command+N para criar uma nova faixa. Selecione Real Instrument –> Vocals –> No Effects, utilizando o modo estéreo.


Após a gravação da voz, basta inserir as músicas desejadas e os efeitos especiais como faixas (tracks) separadas, ajustar o volume para que a música não encubra a voz e pronto.

O próximo passo é exportar o arquivo para o iTunes, onde a próxima fase da produção irá acontecer. O GarageBand exporta para o iTunes no formato AIFF, que gera arquivos muito grandes para serem utilizados nos podcasts (um dia todos teremos banda larga, mas por enquanto ainda é importante levar o tempo de download em consideração). No iTunes, clique em Command+, para abrir as preferências do programa, e vá até a aba Importing para escolher a qualidade e o formato do arquivo a ser exportado. Para um podcast, em função do espaço, geralmente se utiliza o formato mp3 com 64kbps como qualidade. Desta maneira, o arquivo de áudio não fica com um tamanho exagerado e pode ser facilmente hospedado em seu servidor e baixado pela sua audiência

Para dar um ar melhor ao podcast, você pode adicionar imagens ao arquivo arrastando-as para a área onde ficam as capas de discos e colocar um nome no campo do Album, como, por exemplo, www.seusite.com.br. Com o arquivo pronto, basta enviar para seu servidor. Com esta parte pronta, o próximo passo é criar o arquivo RSS, sobre o qual vou falar após a criação do podcast na plataforma Windows.

Se você está utilizando o Windows, os programas mais utilizados para a criação dos podcasts são o Audacity e o All2wav, ambos disponíveis com a licença GNU, ou seja, sem custo. Ambos os programas resolvem o problema da captura de todo o áudio do computador, mas o All2wav é o mais simples de ser utilizado para a gravação, deixando o Audacity para a parte final de conversão do arquivo para o formato mp3.

O primeiro passo é iniciar o All2wav e escolher a opção Record sound from another application e clicar em Next. Na próxima janela, você deve escolher o nome para o arquivo a ser criando, colocando a extensão .wav depois do nome do arquivo, e selecionar a qualidade de gravação. Em função do espaço para o arquivo no servidos e da transferência para o usuário final, os podcasts não podem ser muito grandes. O melhor a fazer é gravar o áudio na melhor qualidade possível nesta fase, e controlar o tamanho final quando for exportar o arquivo usando o Audacity. Para começar a gravar imediatamente, é só clicar no botão Finish. Caso contrário, desmarque a caixa de seleção Record Now. A parte mais importante para a criação de um podcast é verificar no controle de áudio do computador a fonte de gravação. Para tanto, abra o painel de controle, clique em Sons e Dispositivos de Áudio, e selecione a aba Áudio. No item Gravação de Som, clique em volume e marque a caixa de seleção Stereo Mixer.
Vale lembrar que o programa vai gravar todo o som do computador, então o melhor a fazer é encerrar programas que geram alertas sonoros, como o Outlook Express e o MSN Messenger. Por outro lado, como o programa está capturando todo o áudio do computador, você pode enquanto grava utilizar seu player de áudio favorito para inserir músicas ou efeitos sonoros no podcast.


Com o áudio gravado, você deve então iniciar o programa Audacity. Nele, escolha File, Open, e selecione o arquivo de áudio gerado com o All2wav, onde está o podcast. Nesta fase você deve entrar selecionar nas preferências do programa (que podem ser encontradas em File, Preferences) a qualidade do arquivo mp3 final. A seleção é feita na aba File Formats, com a escolha da bit rate do arquivo mp3. Como já foi falado anteriormente, os podcasts normalmente utilizam 64kbps como qualidade do som, um bom compromisso entre qualidade e tamanho de arquivo. O passo final é exportar o arquivo para o diretório de sua escolha, clicando em File, Export as mp3, e selecionando o local. Este arquivo finalizado deve então ser colocado em um servidor na Internet, para que as pessoas possam baixar o podcast.
O que diferencia os podcasts dos blogs de áudio, como já foi falado, é a forma como o conteúdo é distribuido, utilizando o RSS 2.0. O arquivo RSS é extremamente simples, oferecendo algumas informações sobre o podcast e o arquivo a ser baixado pelo programa. Sua criação deve seguir algumas
regras básicas para que ele funcione e sirva como ponte entre seu arquivo de áudio e o agregador, o programa usado por seus ouvintes para baixar automaticamente seu podcast. Este é um exemplo de um arquivo RSS, que deve ser editado em um programa como o TextEdit no Mac ou no Bloco de Notas no Windows e salvo com um nome como meupodcast.xml. É só alterar os links para seu servidor e seu podcast. Clique aqui para baixar uma cópia do exemplo abaixo, que você pode então modificar para seu próprio podcast. Note que para cada podcast adicionado, você deve repetir tudo entre as tags e , alterando os dados para o outro podcast.

Para finalizar o podcast e poder avisar a todos sobre seu novo programa, envie para seu servidor, seguindo a estrutura de diretórios utilizada no arquivo xml, com seu programa de FTP favorito. Com tudo isso feito, é só verificar se tudo está funcionando com um programa próprio para baixar os podcasts, que pode ser encontrado para diversas plataformas no site iPodder.org, que também tem uma lista de diversos podcasts para você ouvir quando não estiver ocupado criando seus programas.

Como baixar os podcasts

De nada adianta uma rádio sem audiência, e o mesmo serve para os podcasts. Para que as pessoas possam escutar seu podcast (ou qualquer um dos quase 4000 disponíveis atualmente), elas precisam de um programa especial. O programa mais usado é o iPodder, que possui versões para Mac e PC e é distribuído gratuitamente. Após a instalação do programa, você deve adicionar o feed (o endereço do arquivo xml que foi criado) ao programa, que automaticamente irá baixar o podcast e adicionar ao player favorito, criando uma playlist com o nome do podcast adicionado.


Porquê tudo isso?

gredzpod.mypodcast.com (em construção!)

Será que você não quer dar uma voltinha comigo?

Alguém ai tem programa pra sexta ?

:-(

Enquanto eu puder cantar, alguém vai ter que me ouvir

Outra canção de Chico Buarque.

Nessas últimas semanas ando sendo questionado se estou apaixonado. Os questionamentos correm de diversas pessoas, tanto as que trabalham comigo, como as do bloco de pedra, como as de casa, como as da minha vida, como as que eu encontro pela rua ou, mais comum, de quem lê o blog.
Essa sensação que as pessoas tem sobre minha pseudo-paixão é nítida... do nada começo a escrever coisas românticas, abalotadas de carinho e presteza á "alguém que não existe ou existe na mente de quem pensa" . Isso é normal, né?
Talvez pelos duros momentos que passei e pelas diversas mudanças que andam correndo em minha vida seja mais fácil identificar que uma nova paixão está no ar. Essa paixão, segundo as mentes de vááááárias pessoas, está causando em mim transtornos incríveis, como o fato de mentir e dizer que vou trabalhar até as tantas só pra fugir de compromissos. E essa viagem autoritária não é privilégio de uma pessoa, grupo ou entidade específicas...
É filho, quanto mais a gente tenta ser certinho mais a gente se fode!

Respondendo á gregos e troianos, a paixão existe sim!!! É uma paixão louca, que contesta algemas, que cria vínculos infinitos com seres extrasensoriais, que manobra os sentimentos de relógios de paredes e de pulso, que critica o movimento de translação que faz a Terra girar, que faz de Netuno o Deus dos pássaros, que cita Chico Buarque incessamentemente em seus devaneios, que leva e trás Maria, que me deixa, me rouba, me encanta, me destrói a cada dia.
Entendeu?
Mais ou menos isso.


Com o doce deleite de flores e estrelas, pássaros e uma pitada essencial de um sotaque nordestino fila da puta, sigo bem!

Como diria o profeta:

ALEGRIA PLENA!

Com você eu passo bem demais

Como todo mundo que busca crescimento espiritual, eu tenho dois lados: o sério e o gostoso.
Assim como Nietzsche, você precisa ter intimidade com Deus e ser livre nas coisas do Espírito para suportar a intensidade do meu grito e a paixão escandalosa que eu tenho pela Vida.

Tem que adorar o que é proibido e ser predestinado ao Labirinto que vai além do que é normal.

Tem que ter ainda a doce experiência simultânea de sete solidões maravilhosas, dois corações completamente enlouquecidos — e os olhos abertos para ver o que está mais longe.
Se não, você não me compreende.
Mas compreender-me não é imprescindível.

Interessam-me as tuas emoções.

[Edson Marques]

Ele cala.

Eu tento, mas ao ouvi-lo, tudo se cala.
E tudo é contemplado.


Como se fosse a única.



" As palavras já não cabem mais, tanto dentro de mim como em qualquer lugar.
As pessoas, oa gestos, as árvores, as canções já não são mais as mesmas... tudo ilumina essa verdade que dói.

Dói, mas amo.

Você, menestrel de todas as artes...
Eu, pura dona de mim, ou quase.
Eu, menina, tento com todas as forças manter-me firme ás minhas convicções, virtudes e desejos... mas o desejo por você, dono da noite, é maior que todos meus amores juntos. Todos os que vieram, todos os que estão e todos que virão.
O nosso amor parou aqui, e foi melhor assim... você esperava e eu também que esse fosse seu fim. Parou, mas ressuscita amanhã.
E esse meu amor como o Sol, que nasce todo dia.. o seu, posso comparar com a Lua... cresce, enche, vai esvaziando e esvai-se na escuridão, para voltar de novo.

Eu, menina, prometo não me comprometer com nada, pois minha juventude pede vivências, pede arrogâncias de tantos outros, mas não às que vem de você.
E porque me sinto tão tua? e porque você não se sente meu?
O tempo está passando na janela.. eu estou vendo... e você?

Eu, menina, ouço o Juca dizer que o crime não compensa, que a sua serenata acordou Maria, que o delegado é bamba.. mas ele não passa de um meliante, e porque acreditar em suas juras por Maria?

Eu, menina de 20 minutos, das docas, dos moços... eu, menina de Amsterdã...

Eu, menina, procurando na roda triste alguma atenção, algo que me faça falante como o som do tamborim que vem da televisão.

Eu, menina... inerte.

Eu, menina.. boa de apanhar, boa de cuspir...

Eu, menina, ouço ainda a voz antiga que me embalava:

Dorme minha pequena
Não vale a pena despertar
Eu vou sair
Por aí afora
Atrás da aurora
Mais serena



Acordo e você não está...
Volte logo...

Traga consigo uma lua cheia linda, traga-me uma cesta de rosas, um pé de laranja, uma hortigueira e um pássaro livre....

Você me navegou por mares tão diversos que eu fiquei sem versos.

Queria tanto poder dizer-lhe que sem você passo bem demais... mas a casa é sempre sua, bem assim...

Volte quando quiser.. ao amanhecer, entardecer, anoitecer.. volte!
Volte com suas mulheres, mas volte para mim... volte de madrugada, quando a fábrica começa a buzinar , o trânsito ao reclamar do nosso eterno espreguiçar...
Volte com o que quiser!
Mas te faço um único pedido:
Quando estiver comigo, faça-me a única, como se eu fosse a única.
E ao se despedir de uma de suas mulheres por telefone, não diga "eu te amo"...

Machuca.
Dói.
É injusto. Ao menos para mim.



Baseado na obra de Chico Buarque.

Á vonts!

Se as pessoas vem aqui, comentam e deixam "anônimo" ou iniciais do nome, beleza!

Se as pessoas vem aqui e se deleitam com minhas palavras, da hora!

Se as pessoas riem do que eu digo, demorô!

Se as pessoas até ridicularizam o que eu digo, penso ,falo ou faço, joinha!

E se essas mesmas pessoas insistem em comentar este post que termina agora:

Paciência!


rsrsrs

"Sempre mais do mesmo...

..não era isso que você queria ouvir?..."

Legião Urbana - Mais do Mesmo
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